Secretária tranquiliza comerciantes do Sertão sobre juros cobrados em impostos. Ouça!
A secretária da Fazenda da Paraíba falou sobre assuntos do interesse de comerciantes cajazeirenses e funcionários do Estado.
A secretária da Fazenda do Estado, Aracilba Rocha, durante entrevista no programa Rádio Vivo, da Alto Piranhas nesta quarta-feira (30) despreocupou os comerciantes da região de Cajazeiras com relação ao pagamento dos juros de impostos que não puderam ser pago antes devido à greve do fisco. Segundo ela, deverá sair um documento dando um prazo de prorrogação para que esses pagamentos possam ser efetuados.
Aracilba falou também a cerca de outra preocupação dos comerciantes de Cajazeiras que é a retirada das máquinas de cartões de crédito das lojas. Segundo ela, estão sendo tomadas providências com relação a esse caso. De acordo com a secretária, as máquinas precisam ser deslacradas e regularizadas, para isso foi prorrogado um prazo que vai até o dia 20 de dezembro deste ano.
Aumento de salário e Pagamento do 13º
Durante a entrevista, a secretária confirmou a garantia do pagamento do 13º salário para os funcionários que deverá sair até o dia 20 de dezembro. Com relação aos beneficiados pelo programa Bolsa Família, Aracilba disse que aquelas famílias que tiverem alunos matriculados no ensino fundamental e médio receberão 13º. “Esse projeto é um incentivo a educação”, disse ela.
A secretária falou ainda a cerca do 14ª salário que deverá ser pago a professores, funcionários e diretores inscritos no Programa de Avaliação (Proava) que atenderem as expectativas e ficarem entre as melhores escolas da Paraíba.
Com relação ao aumento de salário através da LOA (Lei Orçamentária Anual), a secretária disse que as coisas não são tão simples e que a folha deve aumentar no próximo ano, porém, ela afirmou que se o salário aumenta para os funcionários, deve aumentar também para os aposentados.
Dívidas
Perguntada sobre as dívidas deixadas pelo antigo governo, a secretária da Fazenda afirmou que o Estado foi encontrado com cerca de 1 bilhão e 200 mil reais em dívidas acumuladas. De acordo com ela, uma parte foi paga, principalmente a de caráter emergencial, entretanto, o restante não tem previsão de ser pago.
“Ou pagamos as dívidas do governo passado, ou andamos para trás e nós não podemos parar a máquina, isso sim seria um caos no Estado. É uma situação difícil”, disse ela.
Ouça Áudio.
DIÁRIO DO SERTÃO
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