VÍDEO: Major afirma que resgate aeromédico ajudou a zerar fila de transplantes de coração na Paraíba
Segundo o major, atualmente mais de 60 profissionais integram o serviço aeromédico na Paraíba, entre pilotos, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, apoio em solo e tripulantes operacionais
Durante a cobertura do evento realizado na manhã desta segunda-feira (5), no Teatro Paulo Pontes, em João Pessoa, a reportagem da TV e Rede Diário do Sertão conversou com integrantes do Grupo de Resgate Aeromédico Estadual (Grame), da Paraíba, que atua de forma decisiva no salvamento de vidas em situações de alta complexidade.
O evento marcou o lançamento da nova edição da revista Paraíba da Gente, do Governo do Estado, e apresentou ações e políticas públicas que transformaram a Paraíba ao longo de 2025, com destaque para áreas como saúde, educação e infraestrutura.
Em entrevista, o major Soares, integrante do Grame, explicou que o serviço aeromédico da Paraíba vai além das fronteiras estaduais. “O serviço não atua apenas dentro da Paraíba. A gente também viaja para outros estados para salvar vidas. Conseguimos ajudar a zerar a fila de transplantes de órgãos, de coração, o que demonstra a grande importância desse serviço de aeronaves para todo o estado”, destacou.
Equipe – Segundo o major, atualmente mais de 60 profissionais integram o serviço aeromédico na Paraíba, entre pilotos, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, apoio em solo e tripulantes operacionais. Entre eles estão nomes como o major Thiago Silva, o sargento Cleiton e o fisioterapeuta José Cavalcante, que atuam diretamente nas missões de resgate e transporte de pacientes em estado grave.
Caso que marcou – Ao falar sobre os inúmeros atendimentos realizados, o major Soares lembrou de um caso que marcou profundamente toda a equipe: o resgate da pequena Jasmine. A bebê precisava com urgência de uma cirurgia no estômago, que só poderia ser realizada em São Paulo. “Ela tinha poucos dias de vida e os médicos diziam que restavam poucos dias para ela sobreviver. Graças a Deus conseguimos levá-la para São Paulo, onde ela passou pela cirurgia. Até hoje mantemos contato com a família e vimos que realmente fizemos a diferença na vida daquela pequena”, relatou emocionado.
Na época do resgate, Jasmine tinha entre nove e onze meses de idade. Hoje, segundo o major, ela já tem entre um e dois anos. “Foi um caso que marcou a todos nós, porque foi bem difícil mesmo”, completou.
O serviço aeromédico do estado é considerado estratégico para a rede de saúde da Paraíba, especialmente em situações que exigem rapidez, precisão e estrutura especializada. A atuação do Grame tem sido reconhecida como uma das políticas públicas de maior impacto social, contribuindo diretamente para salvar vidas e fortalecer o sistema de saúde estadual.
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