VÍDEO: Amigos da imprensa prestam homenagens a Iata Anderson: “Cajazeirense que brilhou no Brasil”
Ícone do jornalismo esportivo brasileiro, Iata faleceu aos 81 anos no Rio de Janeiro, vítima de complicações de saúde decorrentes da idade
A imprensa esportiva brasileira está de luto pela morte do jornalista paraibano Iata Anderson, ícone do rádio e da TV, que transitava com prestígio entre os maiores craques da bola, sobretudo nos anos 70 e 80, gozando de amizades com Pelé, Zico, Roberto Dinamite, entre outros. Iata faleceu nesta quinta-feira (08), aos 81 anos, no Rio de Janeiro, vítima de complicações de saúde decorrentes da idade.
Paraibano de Cajazeiras, no Sertão do estado, ele foi embora para o Rio quando ainda era criança, mas nunca deixou de visitar e colaborar com sua terra.
O jornalista Gutemberg Cardoso, que também é cajazeirense, mas vive em João Pessoa, citou no programa Olho Vivo, da Rede Diário do Sertão, o momento mais marcante da carreira de Iata.
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“Ele ficou conhecido como o amigo do Rei, porque foi o único que entrevistou Pelé na sua despedida. Gozava da amizade de Pelé, e naquele evento era o único que conseguia entrevistar porque Pelé só confiava no Iata Anderson”, recordou.
“À memória de toda a família, as nossas condolências e as homenagens a esse grande cajazeirense que brilhou na crônica esportiva nacional”, acrescentou.
Amizade com Mário Alves e Big Boy
Outro amigo de Iata em Cajazeiras foi o produtor de mídias Mario Alves, pai do radialista e empresário Petson Santos, fundador do Sistema Diário de Comunicação. “Era um cara fenomenal. É com muita tristeza e muito pesar que a gente recebe essa notícia”, disse.
Mario relembra que sua amizade com Iata aconteceu por intermédio do radialista e músico Big Boy, falecido em 2019. “Toda vida que ele chegava em Cajazeiras, se encontrava comigo e Big Boy e a gente saía para andar e conversar com os amigos”, relata.
Cinzas espalhadas em Pasárgada
O corpo de Iata Anderson será cremado na tarde desta sexta-feira (9), no Cemitério Memorial do Carmo, no Caju, Zona Portuária do Rio. As cinzas serão espalhadas em Pasárgada, como era chamado o sítio em que ele gozava da sua aposentadoria no últimos anos, levando uma vida bucólica, no município de Araruama, no interior do Rio.
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