Juíza explica por que algumas detentas de fora cumprem pena na Cadeia Feminina de Cajazeiras
Adriana Lins ressalta a importância de haver um trabalho de reeducação e ressocialização das detentas enquanto elas cumprem suas penas
Durante um evento realizado nesta terça-feira (25) na Cadeia Púlica Feminina de Cajazeiras, em alusão ao Dia das Crianças e ao Outubro Rosa, algumas detentas demonstraram à equipe da TV Diário do Sertão insatisfação por não poderem cumprir suas penas na suas cidades de origem, próximas aos seus familiares.
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Ao ser questionada sobre isso, a juíza das Execuções Penais de Cajazeiras, Adriana Lins, explicou que algumas comarcas não têm cadeias femininas e por isso as detentas precisam ser transferidas para comarcas mais próximas.
Em outros casos, elas têm dificuldade de convívio nas suas comarcas e então as transferências acontecem por questões de indisciplina. A juíza assegura que tais medidas podem ser revistas com o tempo, possibilitando o retorno da apenada à sua cidade.
A juíza ressalta a importância de haver um trabalho de reeducação e ressocialização das apenadas para que melhore não só a convivência entre elas enquanto cumprem suas penas, mas principalmente a sua aceitação novamente no seio da sociedade.
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